No
encontro, os prefeitos de Nova Olinda, Joseias Lopes; de Autazes, Wandelan
Sampaio; de Borba, José Maria Bahia; do vice-prefeito de Itacoatiara, Joselito
Barbosa e do vice-prefeito de Urucurituba, Reinado Serrão, elaboraram uma
agenda positiva, que será apresentada ao governador Omar Aziz, em defesa da
exploração da Silvinita.
O minério
torna o Amazonas autossuficiente na produção do NPK, fertilizante composto por
nitrogênio (N), potássio (K) e fósforo (P).
O evento
foi organizado pela Comissão de Geodiversidade, Recursos Hídricos, Minas, Gás e
Energia da Assembleia Legislativa e contou com a participação de mais de 500
pessoas, entre estudantes da rede de ensino, universitários, empresários e
políticos.
De acordo
com o governista, o projeto Potássio Amazonas está na pauta de discussão dos
governos Federal e do Amazonas e será realidade a partir de 2018, no município
de Autazes (a 150 quilômetros). Ele disse que o Brasil importa mais de 92% do
potássio do Canadá, Rússia e Bielorússia e que produz apenas 8% para atender
produtores brasileiros, o que é insuficiente. “Estamos falando de uma nova
matriz de negócio para o nosso Estado. A expectativa é aquecer a economia do
Amazonas e gerar mais de 20 mil empregos um dez anos”, disse o deputado.
O prefeito
de Nova Olinda, Joseias Lopes, disse que o município vive grande expectativa na
fase de pesquisa do minério na comunidade Fazendinha, de responsabilidade da
Petrobras. “Com o trabalho de pesquisa já percebemos o grande movimento na
economia da cidade, com geração de emprego e renda. Isso é de grande
importância para os nossos habitantes”, informou, lembrando que a jazida de
potássio de Fazendinha se estende até a comunidade Arari, no município de
Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus) e soma, segundo dados da companhia,
mais de 400 milhões de toneladas de Silvinita.
No sábado
(2), ao lado do secretário da Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos
(Semgrh), Daniel Nava, e do superintendente da Companhia de Pesquisa de
Recursos Minerais (CPRM), Marcos Oliveira, Sinésio Campos visitou um dos oito
pontos de estudo da empresa Potássio Brasil, na estrada do Rosarinho, em
Autazes. Ele acompanhou todo trabalho de pesquisa da Silvinita e segurou um
pedaço do minério retirado de mais de 650 metros abaixo do solo por meio de uma
perfuradora, um processo que chega a durar mais de 32 dias, num trabalho de 24h
por dia.

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