domingo, 10 de março de 2013

Fatos e Versões

Imagem de postagem na página do embaixador Celso Amorim
no Facebook.

Uma das melhores coisas que a teologia da libertação fez por mim, foi despertar-me a capacidade de desenvolver visão crítica e política. A capacidade humana de poder ver o que há por detrás das fachadas, nas entrelinhas.


A grande mídia brasileira tem lado, e ideologia: o lado dos ricos e poderosos, e como não poderia deixar de ser, ela defende a ideologia neoliberal. Logicamente que a mídia no geral é feita por companheiros jornalistas conscientes e que tentam em certa medida, suplantar as linhas editoriais dos chefões. Contudo, há uma meia dúzia de brilhantes jornalistas que estão atolados - como se diz por aqui - até o gargalo com os interesses de seus patrões e de seus parceiros de ideologia política.

O quadro abaixo, nos dá uma pequena amostra de como a mídia se comporta sistematicamente. Logicamente não somos 'lesos' de achar que os dois não são muito parecidos. A diferença está na dose, enquanto o Civita (Veja) exacerba doidamente contra as esquerdas, basicamente como um panfleto do sistema capitalista e antissocialista internacional, demonizando aqueles líderes de sistemas políticos que não se alinham com os crápulas de Washington e de Wall Street.

Por outro lado, o Mino Carta embora também grande empresário, e de certa forma, comprometido com os interesses do desenvolvimento capitalista, sabedor do papel de sua empresa como formador de opinião e de construtor do sentimento nacional procura ser menos incisivo e mais real ao reportar a realidade dos fatos.

Isenção não existe. Neutralidade axiológica é mito no jornalismo enquanto ciência. O que devemos estar atentos é nos posicionamentos de acirramento ideológico de classe, pois 'os donos do poder'- pra citar Raimundo Faoro - são poucos diante do conjunto dos interesses nacionais, continentais, e especialmente dos interesses políticos ideológicos da classe trabalhadora.

Nós, a classe trabalhadora e os pequenos burgueses, somos muitos. Essas empresas colonizadoras como a revista Veja, que até hoje é bancada e municiada com informações pela CIA (Agencia de Inteligência do Governo Americano), com o propósito de destruir, até mesmo depois de mortos, lideranças político-administrativas como Chávez.

O engodo tem limite seu Roberto Civita, pare de delinquir as consciências de nosso povo e do povo latino americano. Seu método beira a nojeira, a insensatez profissional e empresarial. Sabemos de seu papel como APARELHO IDEOLÓGICO DO SISTEMA, conceituação realizada por Marx há quase dois séculos. Ocorre que agora, estamos fazendo mais uma revolução, e essa é da informação, de democracia, de participação social.

Vampiros das mídias estão com os anos contados, na era da informação não cabem sujeitos que de um suntuoso gabinete editorial, comande as mentes e almas de nações.
Chega de Vampiros!
Viva a liberdade!

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